PRECE DA SOLUÇÃO
Calunga, por Luiz Antônio Gasparetto
A Prece da Solução é crer que tudo já está resolvido.
Tudo está perfeito na vida e no Universo.
Aquilo que me faz viver, aquilo que põe vontades em mim, é a Fonte da
Vida que aparece em mim. Porque Ela tem no Universo todas as soluções
para mim.
Eu acredito em todas as soluções.
Acredito em todas as saídas.
Acredito em toda modificação.
Acredito, de coração, que tudo se renova, tudo recomeça, tudo avança, tudo progride, tudo renasce, tudo se reforma.
Acredito na generosidade do Universo para comigo e para com todos.
Abro, neste instante, as portas da confiança do meu coração à generosidade da vida.
Ao abrir as portas, a luz me aquece e a confiança brota; o resto é ilusão.
Tudo vem a mim na medida certa das minhas atitudes; e minha atitude, agora, é de fartura ...
Abro minhas mãos como quem solta o que prende.
Solto o passado que não me serve e o futuro ausente ...Abro minhas mãos para receber.
Abro minhas mãos para deixar ser.
Abro minha mente para ouvir, meu coração para sentir, meu colo para receber ...
Liberto minhas pernas para caminhar, minha garganta para expressar, meus olhos para ver, meus ouvidos para escutar ...
Liberto minhas costas para não precisar carregar, me liberto do mundo para não me escravizar ...
Largo este mundo para dominá-lo, não pergunto para entendê-lo, não chamo para alcançá-lo.
Meu silêncio é a confiança que tudo é solução.
Meus planos, eu não penso.
O Universo é o grande pastor de toda ovelha, porque Deus aos homens se
assemelha, e cria neles as chances, o recomeço, a renovação.
Nada falta para nenhum filho, o eterno Pai concede tudo na medida de cada um.
E minha medida agora é a generosidade com que perdoo o inimigo; o
indivíduo que passou por mim e mostrou a minha intolerância e as minhas
limitações.
Liberto aos outros do julgamento, os críticos do meu lamento, os agressores do meu sofrimento.
Liberto-me dos olhos dos outros, da boca alheia, do palco das mentiras para ficar na minha verdade interior.
Não sou como todos e não preciso ser, a vida como é para os outros não tem que, necessariamente, ser a minha.
Eu não tenho medo.
Quero dizer bem claro ao Universo que não tenho medo de ser o único a
ser feliz na Terra, a ser muito rico na Terra, a viver na chuva de
bençãos constantes; não tenho medo de ser aquele que não tem medo, não
tenho problemas de ser aquele que não tem problemas, não tenho vergonha
de ser aquele que não tem vergonha, não tenho pudor de ser aquele que
não tem pudor.
Assim, me permito viver na eterna benção do fluxo
constante das portas que eu mesmo abro, sabendo que Deus só faz por mim
quando em mim eu planto Deus - a consciência do Bem, a consciência do
melhor.
Todos os canais para a solução estão abertos, porque, na verdade, nunca se fecharam.
Não há problemas. Tudo está certo.
Está certo este momento, essa prece; está certo o que eu como, o que eu falo, o que eu vivo - tudo é benção na minha vida.
Eu aceito esta benção como um filho pródigo escolhido recebendo a sua recompensa.
Aceito a vida no que há de dor e no que há de saber. Aceito a vida com ou sem amor.
Aceito a vida pelo dom que ela é; no que é simpático e antipático, no que é prazer e no que não é.
Aceito a vida inteira porque vejo nela a benção em todos os sentidos; o
que me falta me ensina aquilo que não tenho, o que eu tenho me ensina o
que é ter as coisas. Tudo me leva, tudo se mostra, tudo me reconhece;
tudo me mostra a mim mesmo e tudo me eleva.
Estou em paz. Só o Bem é
real, só o Bem é verdadeiro, estou em paz, neste gesto em que abro os
meus braços da fraternidade e comungo com o Universo de bençãos e de
Bem.
Neste momento é o que mais me convém. Tudo é assim porque assim está, porque esse é o ponto onde eu moro.
No Universo onde me encontro, na atitude que tomo, na bondade imensa
que a Vida me concedeu da liberdade de criar o mundo que eu quiser e de
me colocar onde eu bem entender.
Neste instante, eu me coloco no
terreno da paz e da confiança plena.Na certeza que tudo que eu quero,
tudo eu tenho, que todo querer é poder, e já é ter. E que, na chama
desta confiança, reforço todo Bem daquilo que está, porque tudo já está e
tudo está aparecendo na consciência pouco a pouco.
Nesta paz que eu fico, eu vou transformando esta Prece da Solução num gesto contínuo na minha vida.
Eu vou viver só no aqui e no agora, sem pensar que existe hora, porque o
Universo não tem tempo, porque a Vida é sempre só o que eu posso
sentir, a Vida toda é só esta aqui, aquela que eu sinto agora.
Agora
é eterno, pleno e real, por isso eu sou eterno pleno e real. Porque sou
aquele que está além do tempo, porque eu sou a consciência viva do
próprio Universo.
...qualquer coisa entre o racional e a insanidade... O homem nada sabe, mas é chamado a tudo conhecer. Amigos, é hora de despertar e fazer os outros despertarem!
domingo, 11 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Santa Brígida (da Suécia).
Neste
Sábado que acaba de findar, a Igreja celebrou Santa Brígida, padroeira
da Europa. Bem que necessitados estamos da Sua protecção. Provavelmente,
a Europa de hoje sofre as consequências da sua descristianização e da
falta de solidariedade entre as nações que a compõem. No fundo, a falta
de “caridade” entre os povos.
Revelações maravilhosas foram feitas por Jesus Cristo a esta Santa. Atentemos na seguinte passagem:
Revelações maravilhosas foram feitas por Jesus Cristo a esta Santa. Atentemos na seguinte passagem:
"Recebi em meu corpo, cinco mil, quatrocentos e oitenta ferimentos. Queres honrá-los em verdade, reza 15 Pais-nossos e 15 Ave-Marias diariamente, durante um ano. Ao terminar, tereis venerado cada uma das minhas chagas.” (Nosso Senhor a Santa Brígida).
Oração de São Francisco de Assis
"Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna."
"Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna."
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Prece de Cáritas...
Prece de Cáritas
Deus nosso Pai,
que Sois todo poder e bondade,
dai força àqueles que passam pela provação,
dai luz àqueles que procuram a verdade,
e ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.
Deus,
dai ao viajante a estrela Guia,
ao aflito a consolação,
ao doente o repouso.
Pai,
dai ao culpado o arrependimento,
ao espírito, a verdade,
à criança o guia,
ao órfão, o pai.
Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste.
Piedade, Senhor, para aqueles que não Vos conhecem, e
esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores,
derramarem por toda à parte a paz, a esperança e a fé.
Deus,
um raio, uma faísca do Vosso divino amor pode abrasar a Terra,
deixai-nos beber na fonte dessa bondade fecunda e infinita, e
todas as lagrimas secarão,
todas as dores acalmar-se-ão.
Um só coração, um só pensamento subirá até Vós,
como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha,
nós Vos esperamos com os braços abertos.
Oh! bondade, Oh! Poder, Oh! beleza, Oh! perfeição,
queremos de alguma sorte merecer Vossa misericórdia.
Deus,
Dai-nos a força no progresso de subir até Vós,
Dai-nos a caridade pura,
Dai-nos a fé e a razão,
Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas
O espelho onde refletirá um dia a Vossa Santíssima imagem.
Deus nosso Pai,
que Sois todo poder e bondade,
dai força àqueles que passam pela provação,
dai luz àqueles que procuram a verdade,
e ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.
Deus,
dai ao viajante a estrela Guia,
ao aflito a consolação,
ao doente o repouso.
Pai,
dai ao culpado o arrependimento,
ao espírito, a verdade,
à criança o guia,
ao órfão, o pai.
Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste.
Piedade, Senhor, para aqueles que não Vos conhecem, e
esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores,
derramarem por toda à parte a paz, a esperança e a fé.
Deus,
um raio, uma faísca do Vosso divino amor pode abrasar a Terra,
deixai-nos beber na fonte dessa bondade fecunda e infinita, e
todas as lagrimas secarão,
todas as dores acalmar-se-ão.
Um só coração, um só pensamento subirá até Vós,
como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha,
nós Vos esperamos com os braços abertos.
Oh! bondade, Oh! Poder, Oh! beleza, Oh! perfeição,
queremos de alguma sorte merecer Vossa misericórdia.
Deus,
Dai-nos a força no progresso de subir até Vós,
Dai-nos a caridade pura,
Dai-nos a fé e a razão,
Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas
O espelho onde refletirá um dia a Vossa Santíssima imagem.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
"Sugestões Mentais" / Roque Jacintho / Revista Reformador Fevereiro de 1965.
Em todos os planos que o homem amadurece, ele inscreve o êxito como seu ponto de chegada.
Por isso, o insucesso, tão frequente em todos os caminhos da
existência, geralmente se levanta por surpresa dolorosa que o acolhe num
determinado ponto de suas realizações individuais ou coletivas,
provocando-lhe enorme desalento, porque raramente o homem examina com
frieza as adversidades naturais em toda e qualquer empresa.
Antevivendo a vitória, numa ruidosa manifestação íntima,
ritual'>espiritualmente está desajustado para as aparentes derrotas,
as quais mais não são que avisos de retificação no caminho tomado, em
função da necessidade de ascensão ritual'>espiritual a que todos nos
destinamos.
Ele também caíra, contra todas as suas
expectativas menos otimistas, e estava mergulhado nesse estado mental
depressivo do desengano, sentindo o gosto desagradável dos problemas.
Tentara reerguer-se e, contra todas as suas suposições, não conseguia
reencontrar-se na galeria os vencedores materiais, de que fora brusca e
inesperadamente alijado!
Tensão nervosa.., cólera... mágoa
imensa! Espíritos obsessores encontraram as portas de seu coração
inteiramente abertas, com acesso facilitado, e ali começaram a deitar a
semente do suicídio, ampliando-lhe, a pouco e pouco, as reflexões
derrotistas. Parecia-lhe não haver nenhuma alternância a mais; nenhum
outro recurso para o equilíbrio... Diziam-lhe e mostravam-lhe o
fracasso, mais o fracasso, somente o fracasso!
Cada
conversação que se suspendesse à sua chegada, ou sussurros que ele não
pudesse aclarar — pareciam-lhe criticas e punhaladas de ironia, que lhe
desfechavam em surdina.
Mas, ele lutava, tentando a reação.
Era espírita convicto. Precisava vencer a depressão mental resultante do
amor-próprio ferido, da humilhação experimentada, da falta de numerário
até para condução coletiva!
E o obsessor surgiu-lhe à frente:
— Você é espírita. Conhece bem as leis da Espiritualidade. Pode, por
razão de seus conhecimentos, do lado de cá, muito mais facilmente do que
aí, desembaraçar-se das dificuldades. Você não pode deslustrar ou
manchar a sua doutrina. Preferível é o suicídio nobre, o sacrifício
valoroso, para a que sua queda não venha macular o Cristianismo
Redivivo. Interrompe esta existência, e reiniciará outra depois de
retemperar-se! Afinal, Você sabe que temos aqui o Instituto de
Recuperação dos Suicidas Justificados...
Mas, ele sacudiu de si as insinuações.
Sabia — avivaram-lhe os Mentores Espirituais — que o suicídio jamais se
justifica, por ser uma deserção voluntária do cadinho de provas, as
quais te apresentam na pauta da Vida para testar-nos as aquisições
incorporadas no patrimônio do Espírito.
E sabia que, por
conhecer o seu ponto de chegada na Vida Eterna e as leis que regem a sua
caminhada em direção do aperfeiçoamento ritual'>espiritual, nada o
autorizava a aceitar o abandono das dificuldades.
Se
desempenhava tarefas no Espiritismo-cristão, a Doutrina não sofreria
pelos problemas econômicos e financeiros que ele vivia, porque ela
estava codificada justamente para servi-lo em sua infância
ritual'>espiritual e para orientá-lo sempre, e não para exigir-lhe o
holocausto, em seu nome, qual se fora um Moloc a exigir o sacrifício de
vítimas para aplacar a sua biliosidade de gênio virulento do mal.
Caíram assim, as argumentações sutis, as sugestões mentais da
Espiritualidade inferior, aparentemente lógicas, mas que nunca resistem a
uma análise fria ajustada aos quadros reais do Cristianismo. E ele não
se rendeu ao desequilíbrio, com essa influenciação direta dos que
intentavam envolvê-lo em seu estado mental doentio, servindo-se do
aviltamento de princípios eternos para fazer o convite ao suicídio.
Fonte: Reformador – fevereiro, 1965
sábado, 10 de dezembro de 2011
Dr. Bezerra de Menezes...
Mundo de regeneração
Mundo de regeneração
“Estamos agora em um novo período, estes dias assinalam uma data muito especial, a data da mudança do mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. A grande noite que se abatia sobre a terra lentamente cede lugar ao amanhecer de bênçãos, retroceder não mais é possível. Firmastes, filhas e filhos da alma, um compromisso com Jesus antes de mergulhares na indumentária carnal de servi-lo com abnegação e devotamento, prometestes que lhe serias fiel, mesmo que vos fosse exigido o sacrifício. Alargando-se os horizontes deste amanhecer que viaja para a plenitude do dia, exultemos juntos, os espíritos desencarnados e vós outros que transitais pelo mundo de sombras; mas além do júbilo que a todos nos domina, tenhamos em mente as graves responsabilidades que nos exornam a existência do corpo ou fora dele. Deveremos reviver os dias inolvidáveis da época do martirológio, seremos convidados não somente ao aplauso, ao entusiasmo, ao júbilo, mas também ao testemunho, o testemunho silencioso nas paisagens internas da alma, o testemunho por amor àqueles que não nos amam, o testemunho de abnegação no sentido de ajudar aqueles ainda se comprazem em gerar dificuldades tentando inutilmente obstaculizar a marcha do progresso. Iniciada a grande transição, chegaremos ao clímax e na razão direta em que o planeta experimenta as suas mudanças físicas, geológicas, as mudanças morais serão inadiáveis. Que sejamos nós aqueles Espíritos Espíritas que demonstremos a grandeza do amor de Jesus em nossas vidas; que outros reclamem, que outros se queixem, que outros deblaterem, que nós outros guardemos, nos refolhos da alma, o compromisso de amar e amar sempre, trazendo Jesus de volta com toda a pujança daqueles dias que vão longe e que estão muito perto. Jesus, filhas e filhos queridos, espera por nós, que seja o nosso escudo o Amor, as nossas ferramentas o Amor, e a nossa vida um Hino de Amor, são os votos que formulamos os Espíritos Espíritas aqui presentes e que me sugeriram representá-los diante de vós. Com muito carinho o servidor humílimo e paternal de sempre, Bezerra, muita paz filhas e filhos do coração.”
Mensagem recebida pelo médium Divaldo Franco, durante o encerramento do 3º Congresso Espírita Brasileiro no dia 18 de abril de 2010.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Prece a São Benedito
Glorioso São Benedito, grande Confessor da fé,
com toda confiança venho implorar
a vossa valiosa proteção.
Vós, a quem Deus enriqueceu com os dons celestes,
impetrai-me as graças que ardentemente desejo,
para maior glória de Deus.
Confortai o meu coração nos desalentos!
Fortificai minha vontade para cumprir bem os meus deveres!
Sede o meu companheiro nas horas de solidão e desconforto!
Assisti-me e guiai-me na vida
e na hora da minha morte, para que eu possa bendizer a Deus nesse mundo
e gozá-lo na eternidade. Com Jesus Cristo, a quem tanto amastes.
Assim seja.
_______________________
Nota: São Benedito é, certamente, um dos santos mais populares do
Brasil, cuja devoção nos foi trazida pelos portugueses. Nasceu por volta
do ano 1526, em São Filadelfo, nas proximidades de Messina, na Sicília
(Itália). Nascido de pais escravos - levados da Abissínia (atual
Etiópia) para a Itália - ele sofreu preconceito desde pequeno. Por sua
pele negra foi ridicularizado, chamado de "o mouro". Trabalhou como
pastor de rebanhos. Era irmão Franciscano. Em 1578 foi nomeado guardião
ou superior do convento, cargo que aceitou com muita resistência por ser
analfabeto. Foi admirado por todos, a todos dedicando profundo
respeiro, amor desinteressado, condescendência pelas faltas e fraquezas
alheias, zeloso e carinhoso com os doentes e necessitados, terno e
sábio. Possuía o dom de penetrar as mentes e os corações. A tradição
popular enriqueceu sua vida com numerosos milagres. Terminou os seus
dias como cozinheiro. Morreu no dia 4 de abril de 1589.
Glorioso São Benedito, grande Confessor da fé,
com toda confiança venho implorar
a vossa valiosa proteção.
Vós, a quem Deus enriqueceu com os dons celestes,
impetrai-me as graças que ardentemente desejo,
para maior glória de Deus.
Confortai o meu coração nos desalentos!
Fortificai minha vontade para cumprir bem os meus deveres!
Sede o meu companheiro nas horas de solidão e desconforto!
Assisti-me e guiai-me na vida
e na hora da minha morte, para que eu possa bendizer a Deus nesse mundo
e gozá-lo na eternidade. Com Jesus Cristo, a quem tanto amastes.
Assim seja.
_______________________
Nota: São Benedito é, certamente, um dos santos mais populares do Brasil, cuja devoção nos foi trazida pelos portugueses. Nasceu por volta do ano 1526, em São Filadelfo, nas proximidades de Messina, na Sicília (Itália). Nascido de pais escravos - levados da Abissínia (atual Etiópia) para a Itália - ele sofreu preconceito desde pequeno. Por sua pele negra foi ridicularizado, chamado de "o mouro". Trabalhou como pastor de rebanhos. Era irmão Franciscano. Em 1578 foi nomeado guardião ou superior do convento, cargo que aceitou com muita resistência por ser analfabeto. Foi admirado por todos, a todos dedicando profundo respeiro, amor desinteressado, condescendência pelas faltas e fraquezas alheias, zeloso e carinhoso com os doentes e necessitados, terno e sábio. Possuía o dom de penetrar as mentes e os corações. A tradição popular enriqueceu sua vida com numerosos milagres. Terminou os seus dias como cozinheiro. Morreu no dia 4 de abril de 1589.
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