terça-feira, 29 de março de 2016

BRASIL HOJE...



Em poucas palavras, a verdade é a seguinte:
O Brasil está sem governo.
Do que jeito que está não pode ficar.
O país agoniza.
Não é questão de partido político, nem de ideologia.
Está faltando patriotismo.
E mais do que patriotismo, amor ao próximo ou, se preferirem, humanidade mesmo.
Uma geração inteira está sendo comprometida.
Desemprego crescendo.
Saúde a zero.
Educação aos cacos.
Desencanto nas almas.
Falta de otimismo em relação ao futuro.
A Pátria do Evangelho cada vez mais distante.
Um sonho que, infelizmente, está nos escapando.
Corrupção em quase todos os setores da vida comunitária.
A religião em falência.
Pastores vendilhões.
Mesmo os espíritas, com sua vaidade e personalismo, deixando muito a desejar.
Falta de credibilidade interna e externa.
Instituições falidas.
Apego exacerbado ao poder.
Disputa pelo ter, e não pelo ser.
Descalabros administrativos sem precedentes.
Pior do que a “derrama” nos tempos da Inconfidência.
Estradas em ruína.
Cidades abandonadas.
Discursos mentirosos.
Reivindicações ignoradas.
Falsos intelectuais defendendo o establishment.
Decepções com promissoras lideranças.
Esquerda prostituída.
Falta de luz no fim do túnel.
Com urgência, procura-se um homem.
Ou uma mulher.
Enfim, um estadista, de calças ou de saias.
Não obstante, a maioridade do Brasil está às portas.
É agora ou tarde demais.
Por que os mortos se intrometem nisto?! Porque os vivos, por si sós, não estão dando conta do recado.
O assunto preocupa as Altas Esferas.
Se o Cristo não se preocupasse com a Humanidade, Ele não teria vindo a Terra, e passado pelo que passou.
Então, calem-se os argumentos tolos.
O brasileiro precisa aprender a escolher melhor os seus governantes.
Alfabetizar-se politicamente.
Não trocar voto por favores pessoais.
A situação é grave.
A renúncia num simples conflito, por vezes, evita muito derramamento de sangue.
Que o Cristo nos livre de embates violentos.
Ainda resta um fio de esperança na paz.
Os próximos dias, que precisam ser rápidos, serão decisivos.
Porque, de fato, como disse Chico Xavier, “o Brasil será a grandeza ou a decadência que os homens públicos dele vierem a fazer.”

INÁCIO FERREIRA

Uberaba – MG, 28 de março de 2016.

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